quarta-feira, 30 de setembro de 2009

SABE A RAZÃO DOS NOMES DOS ANJOS ?



Gabriel, Rafael, Miguel e outros anjos... Todos terminam com 'el'.

Com base nos escritos de estudiosos sérios, teólogos e rabinos, novas
tabelas de anjos foram criadas!

NOVOS ANJOS

Aluguel - anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;


Embratel - anjo protetor do monopólio das comunicações;

Chanel - anjo protetor dos costureiros, estilistas e outros boiolas;

Papai Noel - anjo protetor do comércio. Só aparece no fim do ano para
acabar com seu 13º salário.

Tonel - anjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados em geral;

Pastel - anjo protetor das colônias japonesas e chinesas;

Gel - anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;

Manoel - anjo protetor das piadas preconceituosas;

Papel - anjo protetor daqueles com intestinos soltos;

Anatel - anjo que, como qualquer outro órgão do governo, não serve
para coisa nenhuma!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nhoque da Sorte - A lenda da prosperidade, rs.

O nhoque, ou gnocchi, é o prato típico da culinária italiana, a receita tradicional é preparada à base de batatas cozidas e amassadas com um pouco de farinha de trigo, manteiga e ovos. Hoje, já contamos uma enorme variedade de tipos, de molhos e de recheios..isso mesmo, recheios! Inicialmente, feita com semolina de trigo, à partir do século XVII na Itália, passou a ser preparada com batata, que associada à farinha de trigo, torna-se a base da fórmula utilizada hoje.


Para a preparação desse delicioso e muito apreciado prato, o ideal é o uso de uma variedade de batata farinhenta, ou seja, de polpa mais absorvente e que desmancha facilmente, e que, diga-se de passagem, é a melhor também para o preparo do purê.


Como absorve mais facilmente os líquidos, é melhor cozinhar as batatas com casca e, para evitar que estoure, deve ser colocada em água salgada e fria, e levada ao fogo baixo, tampada, onde cozinhará por mais ou menos 1 hora, dependendo do tamanho.


Nhoque da Sorte

Tradicionalmente, usa-se comer nhoque no dia 29 de cada mês, com uma nota de dinheiro debaixo do prato.


Segundo a crença popular, isso traz riqueza. Há quase tantas versões da lenda desse nhoque da sorte quanto de receitas. Uma das lendas conta que um casal de velhinhos de Friuli, norte da Itália, num dia 29 de agosto, ofereceu um prato de nhoque a um mendigo que agradeceu desejando fortuna aos benfeitores. Quando foram recolher a mesa, encontraram moedas sob o prato. E nunca mais lhes faltou dinheiro.


Outra história conta que um missionário, ao passar por uma aldeia, foi calorosamente recebido com um prato de nhoque. O missionário gostou tanto da recepção que aconselhou os habitantes a se reunirem sempre daquela forma, para que a aldeia prosperasse. E foi o que aconteceu.


Com o tempo, a lenda foi ganhando força na figura de uma senhora que abria sua casa nos dias 29 aos viajantes, para servir um prato de nhoque e, embora pobre, não cobrava por isso, mas alguns deixavam dinheiro embaixo do prato e, com ele, a mulher comprava os ingredientes para o nhoque do mês seguinte. Ninguém sabe se a mulher ficou rica, e nem de que eram feitos os nhoques, mas não importa. O fato é que devia mesmo ser uma ótima receita e ela provavelmente oferecia com tanto prazer que isso lhe trazia sorte.


De qualquer forma, o nhoque é um ótimo pretexto para juntar os amigos, beber e se divertir.


Há quem diga que, além da cédula embaixo do prato, os sete primeiros nhoques devem ser comidos em pé, cada um acompanhado de um desejo... e boa sorte!


Br Chef


Fonte: http://www.br.inter.net/especiais/exibe_noticia.php?id_noticia=129637

PS. Como não acredito na lenda, comi meu nhoque hoje mesmo, rs.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A Cabana


Acho que a Primavera, mesmo essa que começou tão chuvosa e com poucas flores (apenas as que eu recebo dos meus aluninhos diariamente, rs), costuma me deixar romântica, sentimental... Retrato disso foi o primeiro texto que postei nessa estação - uma poesia, rs -, mas estive escrevendo pouco porque estava lendo um livro delicioso que comprei no último domingo (na XIV Bienal do Livro), o livro em questão é A CABANA, de William P. Young. Esse livro é tão gostoso que quando comecei a ler tive vontade de não parar até acabar, quando era interrompida ficava chateada e me despedia do livro com pesar, quando terminei tive vontade de ler novamente e quando o emprestei para o meu pai fiquei com um tremendo vazio... Não é exagero meu, há bastante tempo que eu não lia nada que me tocasse tanto! Gostei tanto, tanto, que resolvi postar aqui a resenha do livro, para divulgar tão boa leitura...


“Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A Cabana.” – Michael W. Smith.

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A cabana se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – já são quase dois milhões de exemplares vendidos – e de imprensa.

Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada.
Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.
Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.
Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Poesia em forma de mulher


Algum dia eu resolvi
Que eu seria uma poesia em forma de mulher.
Eu ainda não era mulher,
Era menina,
Mas era resolvida.
E resolvi que seria poesia!
Poesia que rima,
Poesia que encanta,
Poesia de menina!
Que escreve,
Que rascunha,
Que se ilude,
E que sonha!
Que sonha ser mulher,
Mulher-poesia,
Mulher que rima
Com tudo que é belo na vida.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Reforma Eleitoral?!

Num país que se diz DEMOCRÁTICO uma reforma eleitoral como a votada essa semana deveria ser votada em plebiscito e não pelos mais interessados que as reformas não aconteçam...

E não estou falando sobre a propaganda eleitoreira na Internet, em blogs, Sites e páginas de Sites de relacionamento como o Orkut, porque pra mim tanto faz se eles vão ou não poder usar esses recursos, desde que não encham minha caixa de e-mail com seus malditos Spams. Estou falando sobre o fato daqueles que têm algum processo na justiça, que estão sendo acusados, investigados de algum crime ou ilicitude poderem ou não se candidatar aos cargos políticos. Se fosse votado que aqueles que respondem a processos na justiça não pudessem se candidatar, muitos deles não poderiam participar do pleito eleitoral ano que vem, principalmente os bandidos, os marginais de colarinho branco, os milicianos.

Foi votado, também, a volta das casas de bingos e das máquinas de caça-níqueis, afinal, ano que vem é ano de eleição e que melhor maneira de lavar dinheiro e arrecadar grana não declarada para investir em propagandas eleitorais?

Minha revolta é que mesmo a mídia divulgando tudo isso, praticamente em tempo real, ninguém se manifesta, não vemos ninguém de cara pintada protestando nas ruas. A elite intelectual do país se cala mais uma vez e o povo é covardemente obrigado a pensar que é assim mesmo: que eles votam, os políticos roubam e a vida continua, em fevereiro de 2010 teremos mais carnaval, o Bolsa Família vai ter aumento e o Rio vai ser sede das Olimpíadas de 2016, se Deus quiser!


Isso me faz pensar que: se uma Reforma Eleitoral é feita dessa forma tão... Uma Reforma Educacional é uma utopia! Mas isso me faz doer o coração e prefiro não pensar assim, prefiro tentar ser otimista, fazer minha campanha pessoal em prol da eleição presidencial do Senador Cristóvam Buarque (nele eu ainda acredito) e pesquisar quais outros candidatos ainda posso confiar (desconfiando, rs).

Para refletir: "OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE E PELA MESMA RAZÃO". Eça de Queirós

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Má Influenza (ou Influenza nem tão má assim?!)

Acho que todos já ouviram falar em Influenza A (H1N1) e por causa dela adquiriram novos hábitos também: lavar as mãos várias vezes ao dia, passar álcool gel, tossir e espirrar com lenço de papel na frente, não ficar em locais fechados etc. Claro que a morte de várias pessoas foi um ônus bastante negativo, mas o lado positivo (e dizem que tudo tem seu lado positivo) foi que as pessoas passaram a ser mais asseadas, a ter uma melhor higiene pessoal, o que contribui não apenas para a profilaxia da famigerada gripe suína, mas também da gripe comum e de outras tantas doenças que podem ser evitadas com o simples hábito de lavar as mãos e de evitar ambientes fechados.

A gripe comum foi responsável por 17 mortes por dia em São Paulo no ano passado. Ao todo, 6.324 pessoas morreram na cidade em 2008 devido a males provocados pela gripe, como pneumonias, bronquites e outras doenças pulmonares. Mas as pessoas não se preocupam com a gripe comum, ou gripe sazonal, porque esta costuma matar mais as pessoas idosas, acima de 80 anos ou pessoas jovens já bastante debilitadas, as pessoas se preocupam apenas com a Influenza A (H1N1) porque esta não escolhe suas vítimas e ainda parece ter uma certa preferência por jovens grávidas...

O que quero dizer aqui é que existem diversos tipos de Influenza, e que a gripe comum também é motivo de preocupação, os novos hábitos de higiene recém adquiridos não vão evitar apenas a H1N1, mas também vários outros vírus – e até mesmo algumas verminoses –, o que não pode virar uma paranóia, um transtorno como o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), mas deve ser uma coisa natural, assim como escovar os dentes e/ou tomar banho.

Eu trabalho com turma de Educação Infantil, crianças de 4 e 5 anos, e foi bastante interessante retornar do recesso e constatar que a maioria delas não tinha o hábito de lavar as mãos com água e sabão após ir ao banheiro, e o mais interessante foi perceber que, rapidamente, em menos de uma semana elas passaram a pedir o sabonete líquido (que na Prefeitura do Rio é, na verdade, um detergente de lavar louças, RS) e o álcool gel, elas adquiriram muito depressa esses novos hábitos de higiene, o que nos faz perceber que é possível construir uma sociedade mais higiênica, mais asseada, com menos problemas de saúde causados por vírus e verminoses.

Eu sei de algumas pessoas adultas que ainda não adquiriram o hábito de lavar as mãos com água e sabão após usar o banheiro, quando eu penso que o ideal seria lavarem as mãos antes e depois – mas aqui fica subtendido como cada um vê a pureza do sexo, RS – e também deveriam todos, adultos e crianças, tomar vermífugos ao menos uma vez por ano porque sabemos que a nossa água encanada, apesar de tratada, chega a nossas torneiras através de tubulação muito antiga que atravessa vários bairros e passa pertinho, do lado, de tubulações de esgoto gerando contaminação. Fora as refeições e os lanches que fazemos na rua, aquelas folhas de alface do restaurante self-service, ou no hambúrguer do fast-food, nós nunca sabemos se foram lavadas em água corrente, colocadas de molho em água com vinagre ou água sanitária, como fazemos em nossas casas...

Se houve algum bônus com essa nova Influenza foi fazer a sociedade repensar seus hábitos de higiene e adquirir novos, evitando não apenas as gripes mas também algumas outras doenças por tabela.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Eis que a verborréia abundou, rs.

Como professora, preciso fazer relatórios nos registros individuais dos meus alunos, fora o registro das vivências da turma ao longo de cada mês e os planejamentos do bimestre, enfim, são muitos papéis a preencher e cada um tem uma peculiaridade, a mais bizarra é a que tenho de escrever de forma impessoal, em terceira pessoa, falando de mim mesma, do que eu fiz, como se estivesse falando de outra pessoa, tipo "durante o período a professora incentivou os alunos a...", entende?! Parece loucura!

Em todos esses relatórios, registros e planejamentos eu preciso usar um vocabulário rebuscado, ser cuidadosa na escolha de cada palavra a ser colocada, até para não me gerar problemas posteriores, afinal vivemos num tempo onde chamar alguém de bonito pode ser considerado sarcástico e gerar algum processo judicial... As pessoas estão loucas, querem processar alguém a qualquer custo, seja você pessoa física ou jurídica, por isso não devemos dar chance ao azar de alguém ler nossos relatórios e achar ruim a forma pela qual chamamos um aluno de bonito, de fofinho... Sendo assim, devemos usar e abusar de um recurso chamado EUFEMISMO, onde se nós considerarmos um aluno porco, jamais devemos escrever isso, devemos escrever: o aluno ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene pessoal e de cuidado com os seus pertences. Entendeu? Algumas vezes usamos palavras tão bonitas que pessoas com menos estudos não vão entender metade, rs.

Isso me fez lembrar a piada de Rui Barbosa que sempre conto pra exemplificar a diferença entre a linguagem culta e a linguagem coloquial, ou para falar sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas (Gadner), onde eu demonstro que, na piada, embora o Rui Barbosa tivesse uma inteligência linguística muito bem desenvolvida, ele precisava trabalhar um pouco mais, muito mais, sua inteligência interpessoal. Veja:

Um ladrão foi roubar galinhas justamente na casa do catedrático Rui Barbosa, quando já estava saindo com um frango debaixo do braço eis que o dono da casa surge por trás dele e esbraveja, com toda aquela eloquência que lhe era peculiar:
- Não é pelo bico de bípede, nem pelo valor intrínseco do galináceo, mas por ousares transpor os umbrais de minha residência! Se for por mera ignorância perdoo-te, mas se for para abusar de minh'alma prosopopéia, juro pelos tacões metabólicos dos meus calçados que dar-te-ei tamanha bordoada que transformarei tua massa encefálica em cinzas cadavéricas!!!
O ladrão sem entender nada, perguntou:
- E então, como é que é seu Rui, eu posso ou não levar o frango?!?!

Rsrs. É antiga, já faz parte do meu repertório de piadas há muitos anos, mas ainda me faz rir contá-la, me faz rir também a reação de algumas pessoas quando eu conto de memória, rs.